terça-feira, 28 de agosto de 2007

Semana Derradeira

Essa é minha última semana com o Digo, então, vou aproveitar cada momento.
Mudando um pouco de assunto, sexta-feira foi dia de beber com os amigos. Fomos beber no Bar do Caranguejo, lá na praia.
Antes, Janielly, Luigi e eu passamos no Extra, depois fomos ao apartamento do Helder, demos um tempo lá no posto 7 e seguimos para o caranguejo.
Chegando lá, tinham umas vinte pessoas e dessas vinte eu conhecia umas três. Um monte de metaleiros do mal, com suas camisas pretas de banda e seus coturnos. De início fiquei meio por fora, restringia minhas conversas apenas aos conhecidos, mas com o passar do tempo e do álcool, fui me soltando e vendo que os caras eram bem legais. Engraçados pacas.
Saímos do caranguejo umas 3 da matina e fomos comer no Extra.
Do Extra, rumamos ao apartamento do Helder pra dormir, nessa hora restavam apenas Helder, Thiago, Luigi, Janielly e eu. Os pais do Helder estavam viajando e em casa só estavam Emanuelle, Heliton e Samuellson ai ai ai, os três irmãos dele.
Dormimos, pela manhã ainda tive o prazer de ver Samuellson de samba-canção ao acordar e ainda por cima ficar desfilando pela casa de toalha.
Agora imaginem aquela coisa branquinha, de 1,80 de altura, olhinhos verdinhos e cabelinhos bem lisinhos, passeando pela casa de toalha. É pedir pra que eu morra. (RS)

Música

Estou levando minha vida muito ao estilo Loco Life ultimamente.
Venho me identificando muito com um som meio country, meio rock’n roll.
A trilha sonora das minhas diversões agora fica a cargo da banda Matanza.
É tipo uma coisa meio assim:
“Tá fazendo o que em casa?
Por acaso está doente?
Ver TV é deprimente,
Não tem nada mais sem graça.
Bom de noite é ir pra rua,
Mesmo quando está chovendo,
Eu que nunca me arrependo,
Tá errado eu tô fazendo.
Vai saber o que é normal,
Eu só posso te dizer que bom é quando faz mal.”

Não agüento mais ficar em casa, depois que você prova o gosto da farra você vicia e não consegue largar mais.

Especial

Pow, hoje é aniversário da Camilla, pessoa muito especial pra mim.
Especial mesmo.
Adoro demais essa menina, mas ultimamente eu não estou podendo aproveitar nada ao lado dela.
Por uma coisa boba que está acontecendo, eu preferi me afastar de algumas pessoas pra me privar de coisas desagradáveis. Eu sei, estou sendo um pouco egoísta mais uma vez, mas dessa vez é pra me proteger.
Mas eu sei que ela entende, ou pelo menos eu acho.
Bom, parabéns Milla, felicidades, paz, sorte, saúde e tudo de bom.
Quando tudo isso passar, continuaremos sendo o que éramos.

Ouvindo: [Matanza – A arte do insulto]

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Triste Felicidade

Recebi hoje a pior notícia que eu poderia ter recebido.
Não que eu queira ser egoísta, mas é que essa tem sido a melhor coisa que me aconteceu nos últimos dois meses.
Hoje, antes de eu sair de casa, O Digo me liga pra dizer que havia conseguido o estágio em Recife. Fiquei sem saber o que dizer, afinal, todo mundo merece ser recompensado por seus esforços, mas ele mesmo não estava com ânimo pra me dar a notícia. Falou em tom triste, meio que abalado, e eu, mesmo sentindo o mesmo que ele, não poderia demonstrar isso, eu tinha que ser o responsável por levantar o astral dele, por mostrar que ele mais que merecia aquilo. Comemorei com uma verdadeira/falsa alegria (verdadeira porque adorei ele ter conseguido o estágio e falsa por ele ter que ir embora) e prometi encontrar com ele amanhã.

Explicando o Digo

No início de junho conheci o Rodrigo do nada em um desses shows da vida, de repente do nada ele virou tudo. Antes de alguma coisa acontecer, eu já adorava conversar com ele, porque a gente passava horas e horas falando sobre assuntos que só a gente entendia, eu havia achado o par perfeito para os meus assuntos. A gente começou a ficar meio que sem compromisso, passou pra algo mais sério, isso tudo sem divulgar nada a ninguém, afinal eu não queria contar até ter uma coisa certa e, também porque eu já passei por uma experiência chata onde tive que deixar de aproveitar ao lado de alguém por causa de amigos e agora... Agora ele tem que ir embora.
É muita injustiça cara. Fala sério!
Muito feliz por ele? Estou.
Muito feliz por que ele se esforçou e merecia? Estou também.
Posso esconder que estou decepcionado, mesmo que isso seja egoísmo da minha parte? Não. E sabe por quê? Porque estou me distanciando de uma pessoa que se tornou muito querida.
Toda minha vida eu sempre trabalhei com vitórias e nunca com perdas.
Mas como ele mesmo me falou: Você não está me perdendo, apenas não nos veremos com a mesma freqüência.
Vou ter que me acostumar com isso.


Essa semana, um amigo me passou o link de um blog bem legal.
Tratava-se de tirinhas do Calvin e Haroldo. Putz ganhei o dia, e ainda por cima achei outros com diversas histórias em forma de tirinhas de outros personagens muito cômicos como: Mafalda, Recruta Zero e meu preferido, o Charlie Brown e Snoopy.
Quem tiver afim de conferir, os blogs estão adicionados ai do lado, na sessão de links favoritos.

Música

Eitá, show da Mr.Freeze na quarta-feira passada, no teatro Joafrey Soares.
Muito bom o show, se bem que minha opinião não vale muito já que eu sou fanzão dos caras. (RS)
Cheguei atrasado, perdi umas 3 músicas, reclamei só de onda com o Tedam (guitarrista) no final do show por ter perdido a música Cada Beleza, mas depois eu fiquei tranqüilo porque o pessoal disponibilizou no youtube os vídeos das músicas que eu havia perdido.
Grande show, mais uma vez os caras estão de parabéns.


Ouvindo: [Los Hermanos - Todo carnaval tem seu fim]

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Capitalismo sentimental

Ah, o dia dos pais.
Que data mais emocionante e carregada de coisas boas.
Ei. Espere aí!!!
Está tudo errado. Não é bem assim que eu vejo essa data.
Sempre me obrigaram a tentar gostar dessas coisas de datas definidas e destinadas a algo, mas pra mim, essas não passam de datas comerciais.
Pow, você ama seu pai?
Então faça valer isso todo dia, e não apenas no dia que as lojas falam que você deve mostrar o amor que você tem a seu pai comprando um presente super maneiro que ela esteja vendendo.
Nunca tive a oportunidade de passar um “dia dos pais” com o meu pai, afinal, ele mora no exterior desde que eu sou pequeno, e nossas datas de encontro restringiram-se apenas a duas semanas a cada seis meses.
Pai é uma coisa que deve ser homenageado todos os dias.
Falando em pai, descobri que não se dá para fugir do Elo Consangüíneo.
Sempre tentei ser diferente do meu pai. Deixei o cabelo crescer uma época e só foi ouvir alguém comentar que estava ficando parecido com ele (ele têm cabelos longos) que eu cortei no ato.
Nunca quis aprender a tocar violão porque as pessoas comentavam que só porque ele tocava, eu deveria tentar aprender também. Isso me enchia.
Eu não queria ser ele, ou ser reconhecido por atos e dons pertencentes a ele, eu queria ter uma coisa minha, uma coisa nova. Eu queria ser apenas EU.
Mas com o passar dos tempos, nada disso me importava mais, porque eu comecei a observar e perceber que mesmo sem querer, eu estava adquirindo vícios e manias, não semelhantes as dele, mas idênticas.
Então resolvi chutar tudo pra ser um hippie-punk-rajneesh. Apenas no sentido figurado.
Hoje visto o que gosto, bebo o que gosto, ando como gosto (descalço), ouço o que gosto, sem me importar com as besteiras que em minha cabeça estavam de achar que ser diferente a meu pai era ser o que eu queria. Por coincidência, isso tudo parecer ser o que ele gosta também.
Quebrei a cara. De acordo com minha mãe, agora é que sou meu pai sem ter o que pôr nem tirar. Uma réplica. Nem adiantou fugir tanto tempo, a ligação genética tardou, mas não falhou. (RS)
Bom, mas mesmo assim, um feliz dia dos pais pra todos os pais. Já é dia 13, nem mais dia dos pais é, mas pra mim isso nunca importou.

Ouvindo: [Nando Reis – Sou dela]

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Ouvi falar que loucura vem de berço

Ser ou não ser, eis a questão.
Será mais nobre sofrer na alma
Pedradas e flechadas do destino feroz
Ou pegar em armas contra o mar de angustias
E, combatendo-o, dar-lhe fim?
Morrer; dormir;
Só isso. E com o sono – dizem – extinguir
Dores do coração e as mil mazelas naturais
A que a carne é sujeita; eis uma consumação
Ardente desejável. Morrer, dormir...
Dormir! Talvez sonhar. Aí está o obstáculo!
Os sonhos que hão de vir no sono da morte
Quando tivermos escapado ao tumulto vital
Nos obrigam a hesitar: e é essa reflexão
Que dá à desventura uma vida tão longa.
Pois quem suportaria o açoite
E os insultos do mundo,
A afronta do opressor, o desdém do orgulhoso,
As pontadas do amor humilhado,
As delongas da lei,
A prepotência do mando, e o achincalhe
Que o mérito paciente recebe dos inúteis,
Podendo, ele próprio, encontrar seu repouso
Com um simples punhal?
Quem agüentaria fardos,
Gemendo e suando numa vida servil,
Senão, porque o terror de alguma
Coisa após a morte –
O país não descoberto, de cujos confins
Jamais voltou nenhum viajante
Nos confunde a vontade,
Nos faz preferir e suportar males que já temos,
A fugirmos para outros que desconhecemos?
E assim a reflexão faz todos nós covardes.
E assim o matiz natural da decisão
Se transforma no doentio pálido do pensamento.
E empreitadas de vigor e coragem
Refletidas demais, saem de seu caminho,
Perdem o nome de ação.

Cinema

Mais um projeto em minha vida. Mas dessa vez, um que não beneficia apenas a mim, mas sim, a todo um pessoal que gosta de filme.Essa semana, Maximilla me chamou pra participar de um cineclube que está sendo iniciado aqui no meu bairro. É um grupo de debate e discussão, sobre filmes, para melhor compreensão da arte e por subseqüência, melhor apreciação. Semanalmente serão exibidos filmes e logo em seguida iniciaremos uma sessão de críticas sobre a obra assistida.Como fui chamado pra ser da organização, tive que me informar melhor.
Comecei com uma enxurrada de filmes e documentários clássicos, mas, os que mais gostei foram: Vida Maria, um curta metragem de animação gráfica e Taxidriver um filme de 1975, com Robert DeNiro e Jodie Foster.
Espero que tudo dê certo.

Música

Sábado no ENED (encontro nacional dos estudantes de direito), que aconteceu lá na UFAL (universidade federal de alagoas), foi muito instigado, bebi as pampas, reencontrei um pessoal que a muito não via e dancei ao som de Mentes Profanas e Tarja Preta.
Gente é sério, tinha muita gente bonita pra todos os gostos.
Ô galerinha massa essa de Direito.
Ah, nesse encontro eu conheci um índio original. Em 16 dias eu estou indo fazer uma vivencia de dois dias na aldeia dele. Diga ai, convidado por um índio Xocó original. Estou ficando importante. (RS)

Ouvindo: [Tianastácia – Cabrobró]

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Novo Mundo

Mais uma vez aqui vai meu perdão pela ausência por aqui no blog.
Prometo que agora será atualizado com mais freqüência.
Bom, de começo queria contar que minha vida deu uma reviravolta consideravelmente grande, começando pelo grupo de amigos que mudou um pouco. Tenho saído bastante nos últimos dias, com uma turma um pouco mais farreira.
Tudo começou, com a idéia de produzir um fanzine (quadrinhos feitos por fãs e de produção independente), inicialmente produzido por mim, Rolderick e Luigi.
Parecia uma coisa meio sem importância, como se fosse apenas uma coisa para tirar onda com o pessoal da nossa turma, já que o Zine é baseado em nossos amigos, tipo uma sátira bem elaborada tirada das características mais marcantes de cada um. Mas isso acabou se tornando um meio de trabalho que foi levado a sério, e que impressionantemente aumentou o número de pessoas interessadas na produção.
Assim entraram Janielly e Helder para nosso pequeno grupinho de nerds cartunistas. (RS)
Bom, o zine foi um sucesso entre amigos e já estamos produzindo a número dois a base de muito cigarro, café e bebida. Afinal, precisamos de estimulantes não é?
Outra coisa bem legal que aconteceu foi a vinda da Mika, do Rio Grande do Norte para Maceió.
A visita dela foi muito curta. Um final de semana não dá pra matar as saudades direito, mas foi muito bom revê-la.
O problema foi que ela veio em uma época em que eu tinha marcado um monte de coisas com a outra galera, mas eu soube conciliar as coisas. Apenas não consegui me dividir em dois no sábado, quando teve uma festa na casa da Raíssa e uma na casa do Rolderick.
A forma que eu encontrei foi: primeiro passaria a noite na casa do rodinho, e quando fosse depois de meia noite, iria para casa da Rah. Mas quando cheguei na casa da Rah, já estava todo mundo bêbado, o idiota do Mayron empurrando a namorada dele pra dentro do quarto, com medo que eu fosse beijar ela, Rah vomitando a casa toda. Decidi não ficar. Voltei pra outra festa.
No domingo, fui me despedir da Mika, e depois fui conversar com o pessoal sobre o que íamos fazer a noite.
Bom, falei muito, mas não o suficiente sobre o meu tempo de ausência.
Quando lembrar de tudo conto mais.

Cinema

Assiti Transformers.
O filme é óóótimo.
Sabe o que é você ser criança e ser apaixonado por um desenho ou quadrinho, e quando cresce vê isso representado na tela do cinema?
Acho que devem saber, afinal, todo mundo já teve uma base X-men ou Homem- Aranha quando criança.
Ótima dica de filme, com efeitos de ultima geração, tecnologia de ponta e robôzões em pleno confronto no meio da cidade.
Garanto que se Power Rangers tivesse sido assim, meu dano cerebral causado pela alienação com coisa ruim teria sido bem menor. (RS)

Pan

Finalmente o volley masculino começou.
Começou muito bem.
Tenho pouco a comentar sobre isso no momento, já que o meu post sobre outras coisa foi gigante. No próximo comento mais a respeito.
Mas o que são aqueles Gustavo, Murilo e André Heller?





Deus do Céu.
Ouvindo: [The subways – She Sun]

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Problemas parecem nunca ser demais.

Essas semanas estive em uma guerra fria, quem estudou história pelo menos uma vez na vida sabe do que estou falando.
Foi uma coisa meio chata entre mim e uma amiga a quem eu tenho muito apego. Resumindo, ela ficou com um cara que eu estava interessado, e na minha frente. Já viu né!?! Stress na certa.
Mas é uma coisa que eu acho que passa com o tempo, mas por enquanto, ainda vai rolar o mal estar até que eu me acostume.
Agradecimentos ao Clébio, que mesmo com minha internet horrível do jeito que estava e com todo sono possível que ele estava sentindo, se prontificou a me ouvir e aconselhar-me da melhor forma possível. Cara você me ajudou bastante. Valeu mesmo.

Música

Tivemos nesse sábado quartel do rock, um mega evento com 20 horas de música eletrônica, metal e hardcore.

Achei que ficaria apenas no palco psicodelic armament (responsável pelo eletrônico), mas o que mais me agradou foram bandas de harcore como Sugar Kane e Switch Stance.
Parecia que todo mundo que eu conhecia estava lá.
Algumas pessoas sinceramente fizeram muita falta.
Fiquei em um estado alcoólico que havia anos que não atingia esse nível, nada degradante, mas às vezes é bom poder sentir-se embriagado.
No final das contas foi ótimo, bebi demais, beijei o suficiente, curti pra caramba, e percebi que eu estou muito mais agradável que de costume. Fui legal a ponto de passar a madrugada acompanhado de uma menina que eu não suportava, mas que passado o julgamento inicial, ela se mostrou mais parecida comigo do que eu mesmo. Pena que ela está indo embora.



Ps. Eu dei uma cantada no Karacol (novo baixista do Sugar Kane), ele me dispensou educadamente afirmando ser hétero. Depois que o vi em cima do palco, ele olhou pra mim e balançou a cabeça rindo. Pense na vergonha.
Mas pelo menos ele foi educado e ainda veio falar comigo depois do show.
Gente, é serio, eu não sabia que o Sugar Kane tinha trocado de baixista.

Cinema


Hoje tivemos a estréia do tão aguardado quinto filme da franquia, Harry Potter e a Ordem da Fênix.

Quando iniciou com Harry Potter e a Pedra Filosofal, confesso que não me agradou muito. Era um filme muito infantil e que na época estava sendo lançado com pesos da ficção: Senhor dos Anéis e Star Wars.
Mas os filmes vieram crescendo com os subseqüentes, ganhando ênfase, debatendo uma temática mais adulta.
É, parece que nesse filme as coisas irão pesar para o não mais jovem bruxo.
Se bem que já sei de tudo que vai rolar, eu já li livro relacionado a esse filme.

Ouvindo: [Mozart – Ave Verum Corpus]

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Infectologia cibernética

Gente, nunca mais atualizei isso aqui.
Mas eu tenho um ótimo motivo como justificativa.
Nas últimas três semanas, vi meu computador quase ir pro espaço por causa de uma infecção que ele teve. Sem brincadeira, era m 266 diferentes vírus em meu HD.
Medo terrível de perder tudo que tinha armazenado, afinal. Meu computador é um sistema de arquivamento de lembranças. Perder esse material não seria nada agradável.
Sorte a minha que eu tenho um excelente técnico a minha disposição.
Bom, problema resolvido vamos aos acontecimentos.
Muita coisa aconteceu, momentos ótimos, notícias ainda melhores, e pra não ocupar muito espaço aqui, vou contar os fatos de uma forma meio que corrida.
Bebi pra caramba no São João, o pessoal resolveu se reunir e acabamos dormindo na casa da Rah;
Um cara muito bêbado chamou a mim e aos que estavam comigo na praça de viado e puta (já que tinham algumas meninas), achei mó engraçado, mas chateei-me por causa das meninas, se a ofensa fosse só a mim não estava nem ai;
Meu computador foi pra assistência (como já foi citado);
Sai pra um churrasco/choppadinha no sábado com o Leo (meu técnico de informática) e só voltei no domingo porque acabei dormindo na casa dele;
Minha irmã mais velha foi dar a luz na segunda-feira a mais uma sobrinha linda, e hoje quarta-feira ela está saindo da maternidade;
Me decepcionei com o Festival de Inverno de Garanhuns. Planejei passar o festival todo lá, mas vou acabar indo apenas três dias, que foram os únicos que me agradaram: Lenine, capital inicial e Cordel do Fogo Encantado;
Rafah passou no vestibular, em Biologia, agora terei uma bióloga e ambientalista ferrenha pra me acompanhar em meus voluntariados ecológicos. Parabéns Rafah, fiquei feliz mesmo;
Bom, muita coisa aconteceu, mas vou deixar um pouco pra contar no decorrer da semana.

Música

Essa semana um amigo veio me perguntar, se eu realmente tinha todo esse sentimentalismo pela cultura regional e a resposta foi imediata: “Lógico”.
Mas parei pra perceber o quanto eu deixei de ser fútil com o tempo. Minha intenção não mais representa as modinhas, tendências, mas sim, a reprodução do que me engrandece.
Comecei a ver que posso ser criticado pelo que ouço, mas mesmo assim eu não estou nem ai pra isso.
Adoro o regional, o maracatu, o frevo, essa coisas que representam bem minha terra.
Estou amando o que eu estou me tornando, nada de controle de tendências.
E ai, alguém afim de Cordel do Fogo Encantado no festival de inverno?


“O homem aprendeu com Deus a criar e foi com o homem, que Deus aprendeu a amar.”
(Cordel do Fogo Encantado)
“De alagoas é o som que, que corre na veia é o dom
Subiu a poeira a roda se fez ;É Mr.Freeze outra vez.”
(Banda Mr.Freeze)

Escute músicas da banda: [ http://www.tramavirtual.net/artista.jsp?id=26188 ]Acesse o fotolog:[ www.fotolog.net/mrfreeze_al ]

Ouvindo:[Sheik Tosado – Toda casa tem um pouco de África]